Coma bem para viver sem diabetes
Já considerado um problema de saúde pública, o número de diabéticos em Portugal poderá chegar aos 800 mil até 2025, se a doença não for devidamente controlada.
Com os últimos dados a apontar para cinco a sete por cento da população portuguesa a sofrer desta doença, a nível mundial os valores indicam a existência de 177 milhões de pessoas com diabetes.
Caracterizada por uma deficiente capacidade de utilização pelo organismo da principal fonte de energia, a glicose, em virtude de um défice de insulina, ou quando esta é produzida em quantidades inferiores ao que é necessário.
Se a quantidade de glicose no sangue – designada por glicemia – não for utilizada, acumula-se naquele, originando hiperglicemia, sendo depois expelida pela urina.
Existe vários tipos de diabetes, mas são dois os que predominam:
Diabetes tipo I: as células que se encontram no pâncreas e que produzem insulina foram destruídas. Ocorre fundamentalmente em crianças e jovens com menos de 30 anos,
Diabetes tipo II: é de longe o mais frequente (90 por cento dos casos). Resulta de mecanismos de resistência à insulina, sendo o principal a obesidade, levando a que esta hormona não actue de forma eficaz, o que origina um aumento de açúcar no sangue.
Quais os sintomas?
Quando a glicemia é muito elevada, podem existir vários sinais típicos:
Sede excessiva;
Urinar em grande quantidade e mais vezes;
Fadiga, fraqueza e tonturas;
Aumento do apetite
Perda de peso
Visão turba.
No adulto, é habitual a diabetes não dar sintomas no seu início, mas estes tendem a agravar-se progressivamente, levando a complicações que envolvem queixas cardíacas, respiratórias, digestivas, renais, entre outras.
A diabetes é uma doença em larga expansão, que se verifica sobretudo nos países em desenvolvimento, atingindo cada vez mais pessoas e em idades mais jovens. Saiba quais os factores que elevam as probabilidades de se tornar numa pessoa diabética:
Pessoas que tem familiares próximos com a doença;
Sedentarismo;
Obesidade;
Idade igual ou superior a 45 anos;
Pessoas com doenças do pâncreas ou doenças endócrinas.
De acordo com especialistas, o combate à doença passa, e muito, por eliminar a má nutrição, sobretudo nas cantinas das escolas, que colocam à disposição dos jovens alimentos de péssima qualidade, o que pode contribuir para um aparecimento cada vez mais precoce da diabetes.
Isso acontece principalmente nos centros urbanos, devido aos horários de trabalho, o que provoca a tendência de ingestão de produtos que não são os mais indicados, fomentando assim o desenvolvimento da obesidade, que é uma das causas que está frequentemente associada ao aparecimento da diabetes, devido ao excesso de insulina que provoca.
A tendência infelizmente é para um aumento do número de diabéticos, sendo o principal trunfo no seu combate uma eficaz prevenção e/ou compensação da doença.
Com os últimos dados a apontar para cinco a sete por cento da população portuguesa a sofrer desta doença, a nível mundial os valores indicam a existência de 177 milhões de pessoas com diabetes.
Caracterizada por uma deficiente capacidade de utilização pelo organismo da principal fonte de energia, a glicose, em virtude de um défice de insulina, ou quando esta é produzida em quantidades inferiores ao que é necessário.
Se a quantidade de glicose no sangue – designada por glicemia – não for utilizada, acumula-se naquele, originando hiperglicemia, sendo depois expelida pela urina.
Existe vários tipos de diabetes, mas são dois os que predominam:
Diabetes tipo I: as células que se encontram no pâncreas e que produzem insulina foram destruídas. Ocorre fundamentalmente em crianças e jovens com menos de 30 anos,
Diabetes tipo II: é de longe o mais frequente (90 por cento dos casos). Resulta de mecanismos de resistência à insulina, sendo o principal a obesidade, levando a que esta hormona não actue de forma eficaz, o que origina um aumento de açúcar no sangue.
Quais os sintomas?
Quando a glicemia é muito elevada, podem existir vários sinais típicos:
Sede excessiva;
Urinar em grande quantidade e mais vezes;
Fadiga, fraqueza e tonturas;
Aumento do apetite
Perda de peso
Visão turba.
No adulto, é habitual a diabetes não dar sintomas no seu início, mas estes tendem a agravar-se progressivamente, levando a complicações que envolvem queixas cardíacas, respiratórias, digestivas, renais, entre outras.
A diabetes é uma doença em larga expansão, que se verifica sobretudo nos países em desenvolvimento, atingindo cada vez mais pessoas e em idades mais jovens. Saiba quais os factores que elevam as probabilidades de se tornar numa pessoa diabética:
Pessoas que tem familiares próximos com a doença;
Sedentarismo;
Obesidade;
Idade igual ou superior a 45 anos;
Pessoas com doenças do pâncreas ou doenças endócrinas.
De acordo com especialistas, o combate à doença passa, e muito, por eliminar a má nutrição, sobretudo nas cantinas das escolas, que colocam à disposição dos jovens alimentos de péssima qualidade, o que pode contribuir para um aparecimento cada vez mais precoce da diabetes.
Isso acontece principalmente nos centros urbanos, devido aos horários de trabalho, o que provoca a tendência de ingestão de produtos que não são os mais indicados, fomentando assim o desenvolvimento da obesidade, que é uma das causas que está frequentemente associada ao aparecimento da diabetes, devido ao excesso de insulina que provoca.
A tendência infelizmente é para um aumento do número de diabéticos, sendo o principal trunfo no seu combate uma eficaz prevenção e/ou compensação da doença.
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